05 agosto 2007

VOLÚPIA IMORTAL

Cuidas que o genesíaco prazer,
Fome do átomo e eurítmico transporte
De todas as moléculas, aborte
Na hora em que a nossa carne apodrecer?!
Não! Essa luz radial, em que arde o Ser,
Para a perpetuação da Espécie forte,
Tragicamente, ainda depois da morte,
Dentro dos ossos, continua a arder!
Surdos destarte a apóstrofes e brados,
Os nossos esqueletos descarnados,
Em convulsivas contorções sensuais
Haurindo o gás sulfídrico das covas,
Com essa volúpia das ossadas novas
Hão de ainda se apertar cada vez mais!

3 comentários:

Ljana Carrion disse...

oi linda, publica umas coisas tuas =D
esse ultimo eh teu?
to comentando e nem li vo le depois de comenta heeheeeheh
mas eh que tu escreve bem!
=)
beijao garota, to esperando a carta que tu ia me mandar heheheh
=****

Ljana Carrion disse...

ah deve ser augusto dos anjos neh hehe
eu adorooo simplemente adoooro a forma que ele escreve, que mistura termos tecnicos
axo barbaro!
ehhehe
barbaro eh uma palavra muuito louca tb
varios significados
=**

Poeta Morto disse...

Belo, adorei tua escrita, só acho que deveria ter mais obras tuas por'k.

Beijos para ti ;*

Até mais. ..