01 outubro 2008
04 maio 2008
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Ohhh hey, eu estou tentando decidir
Qual caminho seguir
Eu acho que eu fiz o caminho errado em algum lugar
É hora de salvar o mundo
Mas aqui no mundo isso ocorre o tempo todo
Tantas coisas que eu ainda não sei
Tantas vezes que eu mudei minha mente
Eu acho que eu nasci pra cometer erros
Mas eu não tenho medo de aguentar o peso
Então quando eu sair do caminho
Eu sei que meu coração irá me trazer de volta...
Amor é vida e a vida é livre
Dê uma volta na vida comigo
Liberte sua mente e encontre seu caminho
Então haverá um dia brilhante
Didn't you Know
Erykah Badu, NO FILME rEFLEXOS DA aMIZADE
24 março 2008
O Caminho da Vida (Charles Chaplin)
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódios... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.
Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
(O Último discurso, do filme O Grande Ditador)
(Charles chaplin sobre a vida)
A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?
20 março 2008
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.."Destes insólitos, destes mistérios, destas contradições e sintomas, ter-se-há que compor a fisionomia espiritual de uma doença que mina o organismo e a vida até o rasgão e ao espasmo, tal uma dor que vai crescendo de força e se infiltra cada vez mais, multiplicando as suas avenidas e riquezas por todos os ciclos da sensibilidade.."
14 março 2008
Sinais de Obsessão
Quando entramos na faixa da impaciência;
Quando acreditamos que a nossa dor é a maior;
Quando passamos a ver ingratidão nos amigos;
Quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;
Quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;
Quando reclamamos apreço e reconhecimento;
Quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;
Quando passamos o dia a exigir esforço alheio,
sem prestar o mais leve serviço;
Quando pretendemos fugir de nós mesmos, através do álcool ou do
entorpecente;
Quando julgamos que o dever é apenas dos outros.
[Jornal Oxigênio]
17 fevereiro 2008
Meus Pêsames
Meus Pêsames –
aos que dormem e aos que ficam acordados;
aos que andam e aos que ficam sentados;
aos que cantam e aos que ficam calados;
aos que se alegram e aos que ficam magoados.
Meus Pêsames –
aos que abraçam e aos que são abraçados;
aos vencedores e aos derrotados;
aos sóbrios e aos embreagados;
aos admiradores e aos admirados.
Meus Pêsames –
aos livres e aos enjaulados;
aos observadores e aos observados;
aos brincalhões e aos mal-humorados;
aos encantadores e aos encantados;
Meus Pêsames –
aos que adoram e aos que são adorados;
aos que pulam e aos que ficam parados;
aos empregadores e aos empregados;
aos que perdoam e aos que são perdoados.
Meus Pêsames –
aos que estão de olhos abertos e aos que continuam de olhos fechados;
aos satisfeitos e aos angustiados;
aos que dão o beijo e aos que são beijados;
aos pecadores e aos pecados - meus pêsames.
[Flávia Dellamura]
12 fevereiro 2008
Colecionador de lembranças

Um cantico poético pra entorpecer nossos tímpanos e aliviar nossas tensões
Valew aí meus amigos da cidade de blumenau, que sempre me proporcionam uma pá de som gótico e bandas independentes , inclusive outras galeras que se interessam, cuja sensibilidade e serenidade já tomou conta de nossas vidas.. por aí vai pra todos nós seres simples e descomplicados, porém enternecidos perante a acidez que é ser conduzido por fatalidades, pelos descasos, pelo complexo de ter que lidar. um aborto social não é motivo para que haja desafeto entre nós, precisamos uns dos outros. beijos para todos que ainda borbulham sentimentos =***
....
Por onde andei me procurei
e no cantos opostos pouco encontrei
tenho muito para contar
os poucos sorrizos que dei no caminho deixei
ah na bagajem lembranças
memórias que insistem embarcar
pelos novos caminhos tristonhos
desconhecidos, perdidos nos sonhos
em sonhos, em sonhuuus
abrem-se orquídeas negras
margaridas secas
flores murchas sem vida
violetas caídas...
um buquê de rosas enfraquecidas
flores de um cerrado sem vida
violetas caídas...
voltando agora há belezas da ída
e os espinhos ainda tem vida
só os espinhos tem vida ainda
voltando agora a belezas da ida
ó rosa, estais doente, do verme que se aventa invisivel à noite dos uivos da tormenta, encontrou teu leito, de prazer encarneci, em seu escuro amor secreto, a tua vida...pus fim.
Vultos - Cartas para ninguém - Colecionador de lembranças
mais sons: SoulSeek procure por>
(((COSMIC)))
[Kaxopa_dvs]
[seres podres humanos]
" Que se fodam as críticas e seus poderes, cada um faz a sua, e nós fazemos a nossa, não tememos a sua censura, nem a sua vista grossa"
Eu dispenso a eloquência de quem não se envolve
Já estou bem saturada
de tanto desgosto inerente a uma mente embaralhada
não é de meu caracter ignorar
todo mundo, eu sei, tem muita coisa pra falar
Mas essas razões apáticas nao fazem a menor diferença
Não venha querer infiltrar sua desarmonia na minha cabeça
Se não foi como querias
porque não soubeste absorver
procure seu caminho verdadeiro e boa sorte
Coisas do seu tipo você vai encontrar
Mas de uma coisa eu tenho certeza:
não é o seu caminho que eu vou trilhar!
realmente não preciso do seu julgar
O meu compromisso é comigo mesma.
Não sou o seu espelho
e pra ser sincera, se fosse, diria a você:
'cure suas feridas
e depois venha me ver!'
Se não quer minha amizade, minha companhia
Nada tenho a fazer , a não ser
não querer
compartilhar mais nada com você!
Meu corpo não é só carne e contornos
No meu coração ainda bate um sentimento
Amor, vida e contentamento
Originalidade
Mágoas transformadas em arte
Da poesia, da musica, do teatro
Desenvolvimento
Ainda prezo a linguagem
[Não é pra bonito mesmo
nem pra agradar
essa gente de fachada!]
Meus pezames, por essa tua idolatria camuflada!
Se bateu a dor de cotovelo, ou o ressentimento
algo está transformado dentro de você
Aqui ainda há muito pra se fazer,
perder meu tempo com as suas abobrinhas de tv
só me faz apodrecer!
Prejudique uma pedra, prejudique à você, mas deixe os outros de fora das suas desilusões caóticas, onde o seu cretinismo se alastra, e cresce o contorno hipócrita da sua visão/compreensão, se não existe mais firmeza em você,
não sou eu que tenho que pagar pelos seus fragmentos
[já me basta os meus, quando me atinjem esse bando de negativistas prisioneiros de sua própria farsa]
...
(gabí)
07 fevereiro 2008
"poesias nuas, poesias cruas, poesias minhas, poesias suas!"
Desejo pulsátil
Que pulveriza meu sangue
Faz desse pólem entupidor de veias
Enigma intrigante
Corrói os mais sólidos sentimentos
Maldita desordem do pensamento
Dossiê clássico fecundante
Incentiva à gostar sem ter antes
Beleza índole,
Diabólica
Sacia o vácuo perturbante
Provoca um sorrizo exuberante
Coração espumante, desencadeia
Pra depois esfaquear o corpo
Flamenjante
E transpor a ferida com areia...
Esperança suicida
Desejo que pulsa
Morte
Em vida
(gabí)
29 janeiro 2008
SONETO DE SEPARAÇÃO
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
(vinícius de morais)

